Você é uma pessoa comunicativa, com boa capacidade de negociação e gosta de ajudar as pessoas? Se a resposta for sim, entre todas as ocupações do mercado financeiro, a profissão de corretor de seguros pode ser a ideal para você.
Mas afinal, o que faz um corretor de seguros? Onde ele atua? E como se tornar um? Neste artigo, vou responder essas e tantas outras perguntas, para te ajudar a desvendar essa profissão promissora e te mostrar o caminho para trilhar uma carreira de sucesso.
Vem comigo para aprender:
- O que faz um Corretor de seguros;
- Como atua um Corretor de seguros;
- Quais as características para se tornar um corretor de seguros;
- Onde atua um Corretor de seguros;
- Por que ser um Corretor de seguros;
- O que é preciso para trabalhar como corretor de seguros;
- Como se tornar um corretor de seguros.
Bora?
O que faz um corretor de seguros?
Pode-se dizer que o corretor de seguros é o profissional que faz o meio-campo entre as empresas seguradoras e os segurados. Em resumo, seu trabalho consiste em intermediar e comercializar os produtos oferecidos pelas seguradoras: as apólices.
Apesar desse caráter comercial, a atuação do corretor de seguros está muito mais próxima a de um consultor do que a de um vendedor propriamente dito, já que representa os interesses do segurado e não da seguradora. Por isso, deve atuar de forma imparcial, sempre orientado a encontrar a apólice mais vantajosa para cada um de seus clientes em específico.
Essa, contudo, é apenas uma definição bastante simplificada da profissão. Entre pontos já descritos aqui e outros mais específicos, as atribuições e obrigações de um corretor de seguros abrangem:
- Mediação entre o cliente e a seguradora;
- Entendimento sobre o perfil do cliente;
- Conhecimento sobre o mercado;
- Interpretação de seguros;
- Conhecimento sobre seguros;
- Explicação sobre as apólices;
- Assessoria após a contratação.
A seguir, exploro cada uma dessas funções:
Mediação entre o cliente e a seguradora
A mediação entre clientes e seguradoras é a essência da profissão. Inclusive, nem sou eu que digo isso, mas a Lei 4.594/64, a qual regulamenta as corretoras de seguros (pessoa jurídica) e corretores de seguro (pessoa física).
No artigo 1°, da dita legislação, o corretor de seguros é descrito como:
- “Intermediário legalmente autorizado a angariar e promover contratos de seguros, admitidos pela legislação vigente, entre as Sociedades de Seguros e as pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado”.
Entendimento sobre o perfil do cliente
Mais do que vender apólices, o corretor atua como um consultor, analisando cuidadosamente as necessidades e características de cada cliente. Isso envolve avaliar fatores como idade, condições de saúde, bens a serem protegidos e orçamento disponível. Esse entendimento personalizado é indispensável para recomendar a apólice mais adequada a cada perfil.
Aliás, isso também está mencionado na Lei 4.594/64 que, entre outras responsabilidades, atribui ao corretor de seguros as seguintes obrigações:
- I – Identificar o risco e do interesse que se pretende garantir;
- II – Recomendar providências que permitam a obtenção da garantia do seguro;
- III – Identificar e recomendar a modalidade de seguro que melhor atenda às necessidades do segurado e do beneficiário.
Conhecimento sobre o mercado
Não poderia ser diferente: o consultor de seguros tem que ser um verdadeiro especialista e referência no mercado de seguros. Ele precisa estar constantemente atualizado sobre as novas apólices disponíveis, condições e vantagens oferecidas por diferentes seguradoras, além de acompanhar as tendências e regulamentações que impactam o setor.
Esse dinamismo é essencial porque o mercado de seguros está em constante transformação. Um exemplo recente dessa evolução é a aprovação do Marco Legal dos Seguros, sancionado em dezembro de 2024, que entre outras medidas importantes proíbe a extinção unilateral do contrato pela seguradora e obriga a realização de um questionário para avaliar os riscos no momento da contratação do seguro.
Esse nível de conhecimento permite que o consultor ofereça as melhores opções a seus clientes, personalizando soluções e antecipando mudanças que possam impactá-los, seja em termos de proteção, seja nos custos envolvidos.
Conhecimento sobre seguros
Sim, essa é uma obrigação básica. Mas justamente por isso é também uma das mais importantes: o corretor de seguros precisa saber o que está vendendo. Isto é, tem que conhecer os pormenores de cada tipo de seguro intermediado, bem como conhecer a fundo as condições oferecidas por diferentes seguradoras.
Somente assim saberá orientar verdadeiramente seu cliente sobre a apólice que melhor atende seu perfil e necessidades.
Explicação sobre as apólices
Um dos papéis mais importantes do corretor é explicar detalhadamente todas as cláusulas de uma apólice. Ele deve esclarecer aspectos como coberturas, custos, valores de indenizações e demais condições contratuais, garantindo que o cliente compreenda completamente o que está contratando.
Esse cuidado reduz significativamente a chance de insatisfações futuras, pois evita surpresas desagradáveis no momento de um sinistro ou renovação.
Assessoria após a contratação
O trabalho do corretor não termina com a assinatura do contrato. Ele continua oferecendo suporte ao cliente ao longo da vigência da apólice, auxiliando em renovações, esclarecendo dúvidas e intermediando o contato com a seguradora em casos de sinistro.
Esse acompanhamento garante que o cliente se sinta amparado em todas as etapas, desde a contratação até eventuais necessidades de indenização.
Como atua um corretor de seguros?
O corretor de seguros atua como mediador entre clientes que procuram um seguro e as seguradoras que oferecem esses serviços. Representando os interesses do segurado, esse profissional realiza desde a orientação para escolher o seguro mais adequado até o acompanhamento constante durante toda a vigência da apólice, garantindo suporte em cada etapa do processo.
Como dá para notar, sua rotina é bastante agitada.Entre as principais tarefas que esse profissional enfrenta no dia a dia incluem, por exemplo:
- Prospecção de novos clientes: buscar ativamente por novos clientes, seja por meio de contatos, indicações, marketing digital, entre outros;
- Atendimento a clientes: reunir-se com clientes para entender suas necessidades e apresentar opções de seguros ou, simplesmente, esclarecer dúvidas pontuais;
- Analisar o perfil do cliente: compreender as necessidades e características de cada cliente para recomendar seguros adequados, sejam eles de automóveis, vida, saúde, imóveis ou empresas;
- Elaboração de propostas personalizadas: criar propostas de seguro que atendam às necessidades específicas de cada cliente;
- Negociar com seguradoras: entrar em contato com seguradoras para obter cotações e negociar as melhores condições para os clientes;
- Explicar apólices: detalhar as coberturas, prêmios, exclusões e outras cláusulas contratuais, garantindo clareza e transparência;
- Gestão da carteira de clientes: organizar e manter atualizadas as informações dos clientes e suas apólices;
- Prestar suporte em sinistros: auxiliar os clientes a acionar a seguradora, reunir documentação necessária e acompanhar o processo de indenização;
- Acompanhar renovações: entrar em contato com os clientes para renovar as apólices antes do vencimento, evitando interrupções na cobertura.
Quais as características para se tornar um corretor de seguros?
Mais do que atender aos requisitos legais da profissão, como a habilitação pela Escola Nacional de Seguros (ENS) e o registro na SUSEP, o trabalho de um corretor de seguros demanda um conjunto de soft skills — ou seja, habilidades pessoais essenciais para o sucesso na carreira.
Você já ouviu alguém dizer que uma pessoa “nasceu” para determinada profissão? É disso que estamos falando. Mas não se preocupe: ao contrário do que essa expressão sugere, essas habilidades podem ser desenvolvidas com dedicação. Ainda assim, ter algumas delas ou estar disposto a aprimorá-las é um grande diferencial.
E quais são exatamente essas características necessárias para se tornar um corretor de seguros? Não se preocupe, não apenas citarei, como explicarei cada uma delas na sequência. Olha só:
Empatia
Antes de mais nada, um bom corretor precisa saber se colocar no lugar de seu cliente. A empatia é fundamental para compreender as necessidades, os medos e os objetivos de quem busca um seguro.
Quanto mais desenvolvida for essa habilidade, mais precisas serão as recomendações e maior a chance de construir uma relação de confiança e longo prazo com os clientes.
Comunicação eficaz
Saber se comunicar de forma clara e objetiva é indispensável. O corretor deve ser capaz de explicar termos técnicos, cláusulas contratuais e condições do seguro de um jeito simples e acessível.
Lembre-se: uma comunicação eficaz não se limita a saber expressar suas ideias, mas também saber ouvir e interpretar. Um bom corretor ouve atentamente o cliente para entender suas reais necessidades, antes de oferecer soluções.
Persuasão
Embora a palavra persuasão possa ter conotação negativa em alguns contextos, aqui essa característica deve ser entendida de forma neutra como o ato de convencer alguém sobre um determinado assunto.
Para um corretor, ser persuasivo não significa apenas “vender bem”, mas sim apresentar argumentos sólidos que mostrem ao cliente o valor e os benefícios de determinado seguro. Essa habilidade é essencial para ajudar o segurado a tomar decisões informadas e alinhadas às suas necessidades.
Além disso, ser persuasivo também é útil ao negociar com as seguradoras em busca das melhores condições para os clientes. Isso envolve conhecer as práticas do mercado e ter argumentos sólidos para defender os interesses do cliente.
Soluções personalizadas
Cada cliente é único e deve ser tratado como tal. Isto é, cada segurado tem necessidades e perfil próprio, o que exige do corretor a necessidade de encontrar soluções personalizadas para cada caso.
Cada proposta deve ser feita sob medida, considerando o orçamento, risco e objetivos do segurado.
Acompanhamento e suporte
Profissional multifacetado, o corretor de seguros assume, ao mesmo tempo, as funções de atendimento, venda e suporte.
Sua tarefa, portanto, não finda com a venda. O corretor deve estar disponível durante toda a vigência da apólice assinada por seus clientes, estando pronto para responder qualquer questionamento, bem como, prestar auxílio ao segurado em caso de sinistro.
Fazer networking
O corretor de seguros atende diretamente o seu público. É, portanto, natural que ao longo da carreira acabe por conhecer muita gente.
Saber aproveitar essa oportunidade para construir e manter uma rede de contatos pode ser de grande valor. Um bom networking pode resultar em novas oportunidades de negócio e parcerias, a qualquer momento.
Entender de marketing digital
Por fim, outra característica que pode te ajudar muito na carreira de corretor é compreender e investir em marketing digital.
Hoje, saber utilizar as ferramentas digitais, como as redes sociais, para divulgar seus serviços, alcançar novos clientes e se comunicar com o público pode ser um grande atalho para o sucesso.
Onde atua um corretor de seguros?
Esse profissional pode atuar de forma independente, seja como pessoa física (PF) ou pessoa jurídica (PJ) — abrindo sua própria corretora de seguros —, ou como empregado ou sócio de uma corretora de seguros.
Além disso, o corretor de seguros também pode encontrar oportunidades em bancos, cooperativas de crédito e outras instituições financeiras, que oferecem seguros como parte de seus serviços financeiros.
Por que ser um corretor de seguros?
Se tornar um corretor de seguros exige muita preparação, um investimento considerável e o desenvolvimento de habilidades pessoais específicas. Diante desse cenário, é natural se perguntar se o esforço compensa. Ou ainda: por que ser um corretor de seguros?
Bem, existe mais de um par de motivos para escolher seguir essa carreira. Entre as mais interessantes estão:
- Autonomia e flexibilidade: os corretores podem definir seus horários e locais de trabalho, equilibrando vida pessoal e profissional, além de focar nos serviços que mais dominam ou preferem;
- Diversidade de atuação: a profissão permite atuar em diferentes segmentos, como seguros de vida, saúde e automóveis, ajustando-se aos interesses pessoais do corretor, bem como as demandas do mercado;
- Mercado em expansão: o mercado de seguros cresce ano após ano, garantindo oportunidades e um futuro promissor para os profissionais da área:
- Rede de relacionamento: a interação com o público facilita a construção de uma ampla rede de contatos, valiosa tanto para os negócios quanto para a vida pessoal.
Quer mais uma grande razão para ser um corretor de seguros? A remuneração. Mas, esse é um benefício que merece um tópico à parte.
Quanto ganha um corretor de seguros?
A remuneração de um corretor de seguros é variável e depende de diversos fatores, como suas habilidades, experiência e a estrutura de trabalho escolhida.
Como corretor autônomo, a principal fonte de renda é a comissão sobre os seguros vendidos. Essa comissão pode variar entre as seguradoras e os tipos de seguros, mas geralmente fica em torno de 20%.
Lembra de todas as soft skills que listei anteriormente (empatia, comunicação eficaz, bom networking, atendimento, marketing pessoal, entre outros)? Quanto mais um corretor domina cada uma delas, maior é sua capacidade de fechar negócios e aumentar sua renda. Por exemplo, um corretor que fecha um seguro de vida no valor de R$50.000 pode receber uma comissão de até R$10.000. Isso, com um só negócio. Impressionante, não é mesmo?
Mas e se, em vez de atuar de forma autônoma, escolho trabalhar para uma corretora de valores? Nesse caso, o salário é um combinado da comissão e um ordenado fixo. Esse valor, segundo a a média encontrada em diferentes plataformas de emprego, fica entre R$2.000,00 e R$4.000,00 para cargos iniciais.
Para finalizar, vale repassar brevemente os diferentes fatores que podem influenciar a remuneração de um corretor de seguros:
- Tipo de relação de trabalho: se o profissional atua como pessoa física, pessoa jurídica ou mantém vínculo empregatício com uma corretora de valores ou instituição bancária;
- Habilidades: soft skills como comunicação, empatia, negociação e capacidade de relacionamento;
- Experiência: quanto mais experiência, maior a credibilidade e a capacidade de conquistar novos clientes;
- Contatos: uma rede de relacionamentos sólida facilita a prospecção de novos negócios;
- Mercado: a região onde o corretor atua e o cenário econômico também podem influenciar a renda.
O que é preciso para trabalhar como corretor de seguros?
Os requisitos para trabalhar como corretor de seguros de forma autônoma, como pessoa física incluem:
- Idade mínima e escolaridade: ter no mínimo 18 anos e ensino médio completo;
- Certificação profissional: obter o Certificado de Habilitação Profissional em instituição autorizada, como a Escola Nacional de Seguros (ENS);
- Registro na SUSEP: realizar o registro profissional ativo na Superintendência de Seguros Privados (SUSEP);
- Documentação pessoal: apresentar documentos como carteira de identidade, CPF, título de eleitor (se brasileiro), certificado de reservista e comprovante de quitação eleitoral.
Já entre as exigência para trabalhar como corretor de valores pessoa jurídica, ou seja, para abrir uma corretora de seguros, estão:
- Documentação da empresa: apresentar cópia autenticada do contrato social ou estatuto em vigor;
- Regularidade fiscal e legal: estar devidamente regularizado com o fisco e não possuir pendências legais;
- Declaração de idoneidade: fornecer declaração de não impedimento legal, como condenações criminais, de todos os sócios, diretores e administradores;
- Registro profissional: realizar o registro da corretora e dos profissionais envolvidos na SUSEP.
É importante ressaltar que, para atuar como corretor de seguros, é necessário obter a certificação exigida pela SUSEP, que só pode ser expedida por instituições de ensino credenciadas, como a ENS.
Quem pode ser um corretor de seguros?
Qualquer pessoa maior de idade, com ensino médio completo, habilitada pela ENS e certificada pela SUSEP pode oferecer serviços de corretor de seguros.
E quem não pode? Pessoas com restrições legais, como condenações criminais, ou aquelas que foram punidas e diretamente impedidas pela SUSEP de exercer a profissão.
Qual curso fazer para ser corretor de seguros?
Se você acha que precisa de um curso superior para ser corretor de seguros, pode ficar tranquilo: não é obrigatório. No entanto, para atuar na área, é indispensável obter a habilitação pela Escola Nacional de Seguros (ENS) ou pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ambas credenciadas pela SUSEP.
Embora a habilitação não exija graduação, a prova demanda bastante conhecimento técnico. É necessário dominar temas como legislação, regulação do mercado de seguros e cálculos financeiros. Por isso, um curso preparatório é altamente recomendado para garantir sua aprovação, especialmente para a SUSEP plena (ou “susepona”), que abrange todos os tipos de apólice e requer mais de 70% de acertos em quatro exames.
Minha recomendação? O curso preparatório da TopInvest. Com mais de 200 aulas, materiais atualizados, simulados e suporte direto com professores, você terá tudo o que precisa para se preparar com segurança e conquistar sua habilitação.
Como se tornar um corretor de seguros?
Se você chegou até aqui, é porque está realmente interessado em se tornar um corretor de seguros, não é? Ótimo!
Para te ajudar a dar o start, deixo abaixo um passo a passo simples e direto para te ajudar nessa jornada:
- Ter o ensino médio completo
Diferentemente de outros selos do mercado financeiro, para tirar a SUSEP não é preciso ter graduação em nenhuma área.
Qualquer pessoa com mais de 18 anos e com ensino médio completo pode se inscrever para os exames de habilitação para corretores de seguro.
- Realizar o exame de habilitação de corretores de seguros
Tem mais de 18 anos e o ensino médio completo? O próximo passo é realizar o Exame Nacional de Habilitação para Corretores de Seguro aplicados pela ENS ou pela FGV.
Essa prova é realizada três vezes ao ano, podendo ser feita online ou presencialmente em 11 cidades do Brasil, olha só:
- Belo Horizonte;
- Florianópolis;
- Brasília;
- Campinas;
- Curitiba;
- Goiânia;
- Porto Alegre;
- Recife;
- Rio de Janeiro;
- Salvador;
- São Paulo.
Embora o exame completo seja necessário para atuar em todas as modalidades de seguro, você não precisa passar por todas as provas para começar a trabalhar como corretor. Com a habilitação parcial, focada em seguros de vida e capitalização, já é possível iniciar sua carreira, comercializando esses produtos específicos.
Por isso, existem duas habilitações possíveis para corretores de seguros, que explicarei melhor na tabela abaixo:
Habilitação | Requisitos | Provas obrigatórias | Dia de aplicação | Custo |
Capitalização | Ensino médio completo e maior de 18 anos | 1 prova (50 questões sobre capitalização) | Dia 1 | R$ 528,00 |
Vida e Previdência | Ensino médio completo, maior de 18 anos e aprovação na prova de Capitalização | 1 prova (50 questões sobre seguros de vida e previdência) | Dia 2 | R$ 528,00 |
Seguros de Danos (Demais Ramos) | Ensino médio completo, maior de 18 anos e aprovação nas provas de Capitalização e Vida e Previdência | 2 provas (100 questões sobre seguros de danos) | Dias 3 e 4 | R$ 1.056,00 |
Todos os Ramos | Ensino médio completo, maior de 18 anos e aprovação nas provas de Capitalização e Vida e Previdência | 4 provas (200 questões abrangendo todas as modalidades de seguros) | Dias 1, 2, 3 e 4 | R$ 2.013,00 |
Para ser aprovado, o candidato precisa atingir pelo menos 70% de acerto em cada prova, sem zerar nenhum dos módulos.
- Ser registrado na SUSEP
Conseguiu a aprovação nos exames de habilitação para corretor de seguros? Então, a próxima etapa é apresentar a certificação emitida pela ENS ou pela FGV à SUSEP para obter o registro profissional.
Esse registro é indispensável para atuar legalmente como corretor de seguros e garantir que você esteja em conformidade com as exigências do mercado.
- Abrir um CNPJ
Assim que estiver registrado na SUSEP, você já está autorizado a oferecer seus serviços como corretor de seguros. Resta, contudo, definir se pretende atuar como pessoa física (PF), atuando de forma autônoma, ou pessoa jurídica (PJ), abrindo uma corretora de seguros.
Por mais que você não seja obrigado a abrir um CNPJ, essa opção costuma ser mais vantajosa, principalmente por dois motivos:
- Benefícios fiscais: como microempresa (ME), o Imposto de Renda (IR) pode ser reduzido para 6,5% sobre o lucro, enquanto como pessoa física, a alíquota pode chegar a até 22,5%;
- Profissionalismo: ter um CNPJ transmite uma imagem mais profissional e pode ser um diferencial no mercado, ajudando a atrair mais clientes e parceiros. Inclusive a comissão de PJs costuma ser maior.
Depois de tomar essa decisão, você terá concluído todas as etapas para atuar como corretor de seguros. No entanto, isso é apenas o começo. Agora é hora de colocar a mão na massa: entrar em contato com as seguradoras, buscar especializações, e começar a montar sua carteira de clientes.
Quer se preparar para os exames SUSEP/ENS?
Agora que você já solucionou todas as suas dúvidas sobre a profissão, está pronto para começar seus estudos e se tornar um corretor de seguros?
Para te ajudar com isso, separei um par de materiais com o selo TopInvest de qualidade que certamente serão muito úteis. Olha só:
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